
Ontem até pensei nela de novo,
Tenho uns achaques de vez em quando,
De que não queria pensar nela daquela forma...
...Mas fazer o quê? É Daniela.
Se tudo se transforma e tem um quase no meio;
Se a visse tentaria o golpe inevitável,
Mesmo se se consumasse sem esforço algum.
Se fosse por força de um desatino?
E às vezes se não é o destino, um desatino consuma o improvável.
Não é por volúpia,
Mas há um quebranto irresistível feito Narciso e espelhos de água,
Em um sentimento mais oscilante que velas ao vento.
Tão instável quanto.
Nenhum comentário:
Postar um comentário