
Amo-te mesmo quando não posso
Amo-te mesmo quando não podes
Atravessamos o mar vermelho
Por um contato mais próximo
És a minha presa indefesa
Receba a reprimenda que trago
Fé na minha fortaleza
A fumaça de ti toda trago
Sacrifico-a em prol do desejo
E pode haver de ter sangue
Sou seu mau benfazejo
Sou seu sacrificante
Atravessamos o mar vermelho
Por um desejo maior, esgarçante
Recebe o afeto de que falo
Receba-o com agrado
Escorre pela boca o mel de fato
O leite alvo sagrado
Abro-te mesmo em meio a óbices
Abro-te mesmo com muitos esforços
Amo-te sempre que posso
Ama-me sempre que podes
2 comentários:
E eu amooooooooooooooo-te demais...
Bjus amigo... =)
Sê trágico, firmeza de acto!
Os membros desse jargão lisérgico se espelharão nesta superfície turbulenta.
Jubilosos são os que alcançam as margens queridas e seus encantos. Mas me parece fria a correnteza destas tuas águas e suas respectivas marés, não obstante, já não contente de conhecer a fisiologia medida, gargarejamos os teus versos, prum possível dispor (outrora).
Encaixou como uma luva!
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