segunda-feira, 15 de novembro de 2010

A Crença


O frenesi é rítmico e louco
O temor existe bem pouco
Na verdade talvez do seu corpo
Mas quando achegar já estarei absorto.

Ela acopla-se em meu corpo de todo
Remexe-se como queimar-se no fogo
E meu corpo envolto é seu jogo
Faz dele o que quer até morto.

Ela tem a beleza da renascença
Em volume, textura, e sabores
Faz da lascívia que sai dela minha crença
Traz-me paz seu perfume de flores.

Aprisiona-me em seu quadril feito cão
E febril excito-me na pantomima
Anima-se e engole a mim feito pão
Abasteço-te de tesão, proteína.

Não foge à dança tresloucada
Entende o nexo do meu despudor?
Se escolhes a mim todas as madrugadas
É que Precisamos de sexo, energia, calor.

Na nossa mente ninguém sabe o que passa
Somos o vício um do outro, a luxúria
Amo você desse jeito, devassa
Amo seu corpo, seu poder, fogo e fúria.


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4 comentários:

daniela disse...

quanta paixao...realmente é otimo os seus poemas, são bem escritos e bem expressadas as palavra. O leitor assim como eu, estou facinada com a cada palavra lida que vc publicou aqui... sigue escrevendo assim adoro visitar seu blog. rs

Alessandro Vargas disse...

Muito obrigado Dani.
Você entende bem o porque escrevo e suas essências.

Beijos.

amor de alma disse...

Nossa !! Ale ke show realmente são lindo seus poemas,sinto desejo,comixões lendo algo assim e quando vejo uma imagem um pouquinho sugestiva me excita de mais ,,,,,,mais deve ser porque to comesando a vida sexual agora e estou a flor da pele então sorry...bjkas

Alessandro Vargas disse...

Fico feliz por despertar esses sentidos. O poema só faz sentido quando nos aclara algo antes desconhecido.

Desejo-te uma boa jornada nesse mundo maravilhoso. Beijos.