sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Idólatra

Transformei-me no idólatra da sua pele
E quero habitar no seu corpo todo dia
Deixar pra trás toda a razão
E sentido que fez as coisas até então.

Às vezes quero parar de navegar sua boca
Pois o desejo me consome até a alma
Com você a razão perde a razão de ser
E a loucura vem chegando mansa e calma.

E se Deus me concedesse o presente da sua presença
Seria pelo dó de ter perdido aquele outro
E apesar da semelhança a diferença
Ele sempre nos concede o bom, o novo.


...

Um comentário:

Alessandra Chaves da Silva disse...

Sensual e discreto ao mesmo tempo...