terça-feira, 16 de junho de 2009

Irrisória


Fui no encalço de dias melhores
Vi que revivi dias maravilhosos
Sabe aqueles que se tem saudade
Aqueles de quinze anos de idade.

Não que se passasse todos os medos
Nem que se afugentasse todos os fantasmas
Mas a gente esconde num cofre os segredos
E aos outros a gente disfarça.

Enquanto isso uns disfarçam com o sexo
Sem amor, infiéis a si mesmos
Todo o trauma guardado no plexo
Prisioneiros cativos de si mesmo.

Não que eu não levante mais a bandeira da transgressão...
Contudo se voluntário é que é satisfatório
Se inconsciente, é ser usado, e de mão em mão
Não passa de um objeto descartável e irrisório.

2 comentários:

Mariza Resplandes disse...

Respondendo o comentário que mandou...

Entendo-te bem, mas entenda também.

Continua escrevendo "otimamente".

Juízo!
;D

Alessandro Vargas disse...

Obrigado.

Quanto ao juízo... rsrsrs